segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Ricky Martin assume ser homossexual


'Tenho orgulho de dizer que sou um homem homossexual' diz o cantor.


O cantor pop Ricky Martin disse nesta segunda feira (29) em seu site oficial que tem orgulho de ser homossexual. A notícia se espalhou por sites em grande velocidade, ele postou em seu site a noticia em inglês e espanhol.


"Eu tenho o orgulho de dizer que sou um homem homossexual. Eu sou muito abençoado em ser como sou". disse ele.


Ele afirmou ainda no site que algumas pessoas disseram que ele não podia estragar uma carreira de anos contando uma notícia como esta. Por ser pessoas que ele ama muito, ele decidiu esconder sua opção sexual por todos esses anos.

O texto do site termina com a seguinte frase escrita por Ricky:
"Hoje aceito minha homossexualidade como um presente que me dá a vida. Sinto-me abençoado por ser quem sou!"


matéria: G1
foto: google

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Primeiro casal gay a casar na América-Latina parte em Lua de Mel. *-*



Em dezembro, Alex Freyre e José María Di Bello foram o primeiro casal gay a trocar alianças na América Latina
Foto:Divulgação / EFE


Alex e José viajam sexta-feira para Roma

Alex Freyre, de 40 anos, e José María Di Bello, de 41 anos, embarcam para Roma nesta sexta-feira. Os dois, argentinos de Buenos Aires, vão à Itália para passar a Lua de Mel.

Além da viagem, os dois têm mais motivos para comemorar. O Senado argentino permitiu, em votação que terminou na madrugada desta quinta-feira, que outros homossexuais se casassem.

Você acredita que os parlamentares brasileiros aprovariam uma lei semelhante à argentina? Dê sua opinião.
meses, antes de a prática ser legalizada no país, sendo os primeiros gays a trocarem alianças na América Latina. A permissão para o matrimônio veio depois de uma batalha de nove meses na Justiça. Desde 28 de dezembro de 2009, o casal Alex e José têm os mesmos direitos de casais heterossexuais — direitos que foram estendidos a todos os gays e lésbicas da Argentina.

— É uma proteção para nossas famílias e o reconhecimento de nossos direitos fundamentais. O primeiro e maior obstáculo que enfrentamos foi criar coragem e confiança para buscarmos nosso casamento — disse Alex, que trabalha como diretor executivo da Associação Buenos Aires SIDA.

A aprovação do casamento gay na Argentina não foi sem conflitos.
Protestos contra e a favor da medida tomaram conta de Buenos Aires. Em jogo não estava apenas o direito de casar, mas também de adotar. Quando perguntado se pensa em ter filhos, Alex diz que pretende alcançar a estabilidade financeira e ter casa própria para amadurecer a ideia.

No Brasil, o casamento entre pessoas do mesmo sexo não é legalizado. Entretanto, alguns casais já assinaram contratos de união estável. Os porto-alegrenses Roberto, de 38 anos, e Marcelo, de 39, vivem juntos há seis anos. Há três eles formalizaram a relação em busca de garantias civis.

— Direitos civis, direitos de partilha, são extremamente importantes. Isso nós já temos por aqui, mas seria bom que o casamento gay fosse legalizado logo. Acho que foi um avanço para os argentinos, mas devo confessar que já fico satisfeito com o fato de não me impedirem de ser homossexual, como fazem em países como o Irã — diz Roberto.

Veja como é a situação dos casais homossexuais em outros países

Roberto conta que já discutiu com um casal de amigas lésbicas a possibilidade de usar a inseminação artificial para que tenham filhos. A ideia ainda será amadurecida pelos dois casais.Como uma numerosa família, viveriam felizes para sempre.

— Nossos filhos teriam dois pais e duas mães. Além de muito amor, ia ser muito pouco provável que ficassem órfãos — brinca.



Fonte: ZEROHORA.COM

{antes de tuudo} Grupos contrários e favoráveis ao casamento gay entram em confronto na Argentina


Manifestantes foram separados por policiais
Foto:Juan Mabromata, AFP



Senado debate nesta quarta-feira projeto de lei que permitirá a união entre homossexuais

Defensores e opositores do casamento entre pessoas do mesmo sexo confrontaram-se verbalmente nesta quarta-feira em frente ao Congresso argentino, onde o Senado debate um projeto de lei que, se aprovado, permitirá o casamento entre homossexuais.

"Igreja, lixo, vocês são a ditadura!", gritavam centenas de representantes de organizações homossexuais e de partidos de esquerda contra integrantes de grupos católicos que respondiam com orações e elevando imagens da Virgem Maria, mostraram as emissoras locais.

Diante das agressões, os grupos foram separados por policiais, que receberam uma chuva de laranjas e ovos.

Organizações católicas e evangélicas realizaram nesta terça-feira um ato diante do Congresso para pedir aos senadores que não aprovem o projeto.

Os incidentes ocorreram em um momento em que o Senado debate a iniciativa que autoriza o casamento homossexual, em uma votação que deverá ser acirrada.



Fonte: AFP

Argentina aprova lei que autoriza casamento homossexual



- Milhares de pessoas acompanharam a votação em frente ao Congresso argentino, em Buenos Aires
Foto:Juan Mabromata, AFP



Projeto recebeu 33 votos a favor e 27 contrários


Em uma polêmica que dividiu a população e os políticos do país, o Senado da Argentina aprovou na madrugada desta quinta-feira o controverso projeto de lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A lei teve 33 votos favoráveis e 27 contrários. Três senadores se abstiveram da votação.

Segundo o texto do projeto, "o casamento terá os mesmos requisitos e efeitos, independente de os contratantes serem do mesmo ou de diferente sexo". Um dos pontos mais controversos dessa equiparação está na possibilidade de os casais homossexuais adotarem crianças.

O projeto rachou as fileiras do próprio governo argentino. O tema — que também provocou divisões na oposição — gerou, segundo analistas, o maior debate na sociedade argentina desde a votação da lei do divórcio, em 1987.

De acordo com o jornal argentino El Clarín, a senadora Victoria Blanca Osuna, da Aliança Frente Justicialista, foi uma das parlamentares que se manifestou favorável à iniciativa.

— Não são questões religiosas ou morais as que estão em jogo aqui. Estamos estabelecendo a responsabilidade da democracia com minorias discriminadas.

José Mayans, da Frente para la Victoria, se manifestou contra o projeto porque considera o matrimônio entre homem e mulher "fundamental" para o "sistema social".

— Não creio que nós estejamos cometendo discriminação ou negação de direitos. A instituição do casamento não pode ser aniquilada. Se uma pessoa se sente discriminada tem de recorrer à Justiça — afirmou.

Defensores e opositores do casamento entre pessoas do mesmo sexo confrontaram-se verbalmente em frente ao Congresso argentino, onde os dois grupos fizeram manifestações até a madrugada de hoje, apesar da temperatura em torno dos 5°C. "Igreja, lixo, vocês são a ditadura!", gritavam centenas de representantes de organizações pró-homossexuais e de partidos de esquerda contra integrantes de grupos católicos, que, por sua vez, respondiam com orações e imagens da Virgem Maria.

De acordo com a consultoria Isonomia, que realizou uma pesquisa em toda a Argentina, 46,2% dos entrevistados se manifestaram contra o casamento gay e 39,8% a favor. Outros 14% não têm opinião formada. Já o instituto Analogías, que ouviu somente a população das maiores cidades, apurou que 68,5% são a favor, enquanto 29,6% são contra.

Fonte: ZERO HORA

Homossexuais estão mais presentes nas redes sociais do que os héteros



Antes de mais nada, leve em consideração que a pesquisa foi feita com homossexuais assumidos. A galera que ainda está dentro do armário não conta aqui. Voltando… Um relatório produzido por uma empresa especializada em pesquisa de mercado nos Estados Unidos mostra que 73% dos gays, lésbicas, bissexuais, transsexuais, transgêneros e o resto da sigla possuem perfís no Facebook. Entre os heterossexuais, o número cai para 65%.

No Twitter, a diferença é ainda maior. O estudo mostra que 29% dos homossexuais estão por lá. Enquanto isso, somente 15% do héteros utilizam o serviço. Além do Facebook e o microblog, o público GLBTT(UVXZ) também tem uma presença muito forte em redes como MySpace e LinkedIn.

A pesquisa também mostrou que os homossexuais leem mais blogs de política, notícias, cultura pop e música. Entre os gays, 54% responderam que procuram esse tipo de conteúdo na internet. Somente 40% dos héteros disseram o mesmo.

Esses números ajudam muito empresas que são voltadas especificamente para esse público. Já que eles estão nas redes sociais, a sua marca também deveria estar.

De onde vem a homossexualidade?

Muito se discute hoje se as origens da homossexualidade são de bases essencialmente genéticas ou ambientais. O fato é que não há comprovações científicas. Se for genético, devem haver genes, mas não se trataria de um único gene, e sim de um caso mais complexo de vários genes interagindo, até com o meio, o que tornaria muito mais difícil a tarefa de associar um gene a uma característica.
autismo é genético, mas suas bases não estão determinadas. Tal qual o homossexualismo, trata-se de um comportamento e, por isso, limitar as suas causas torna-se bem complicado. No fundo, creio que haja uma predisposição genética a gostar mais de um sexo do que de outro, o que significa uma influência genética.
Em termos comportamentais, os genes não determinam nada. Não se diz se você tem o gene da raiva, o gene da simpatia, o gene da coragem. Mas podem haver predisposições, que são muito moldadas pelo meio, principalmente nas fases iniciais da vida. No caso de homossexuais, muitos meninos são estigmatizados durante a infância porque são mais afeminados, gostam de brincadeiras de meninas e outros. Isto tudo pesa a favor da influência genética.
Agora, vale a pena definir o que é ser homossexual. Se você sente atração pelo mesmo sexo, mas nunca se relacionou com o mesmo, você é homossexual? Ou você só passar a ser homossexual a partir do momento que mantém relações? Eu acredito mais na primeira opção, porque o que importa é o desejo, a atração, a vontade latente.

Mas, que fique bem claro, para assumir a homossexualidade e passar a ter relações com o mesmo sexo, é óbvio que é influência do meio. Porque se você vive numa família tradicional, numa escola conservadora, com influências religiosas, a tendência é que se esconda o desejo por causa da discriminação que há. Porém, se você crescer num ambiental mais liberal, ficará mais à vontade para assumir.
Logo, a predisposição genética deve existir na atração, mas como lidar com isso é principalmente ambiental, porque não implica só no desejo, mas no status social, na aceitação ao grupo, na questão familiar, no trabalho e tudo o que te rodeia.
Pode ser que no futuro a ciência esteja mais próxima de indicar as origens deste comportamento, mas não conseguirá quantificar ou determinar, e o tema continuará sendo um jogo entre a genética e o ambiente.

14 anos de parada gay não dizem nada aos políticos?




Fonte: http://paigay.blogspot.com